Infelizmente o comunismo fez mais uma vítima essa semana, na segunda-feira (24) um adolescente foi encontrado morto dentro da Colégio Estadual Santa Felicidade em Curitiba, Paraná, a escola foi invadida por alunos histéricos incentivados por “professores”, sindicalistas e partidos de esquerda. As notícias contam que vítima e agressor estariam consumindo drogas sintéticas no interior da instituição quando se desentenderam e partiram para a briga que acabou com um deles sem vida.

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     Nesse caso há tantos absurdos que fica difícil saber por onde começar meu comentário. Em primeiro lugar gostaria de fazer uma observação quanto a motivação das tais “ocupações”, doravante irei usar o termo correto que é invasões, que obviamente contam com a doutrinação pesada feita em todas as escolas do país como fator decisivo para sua ocorrência. Os adolescentes não sabem nem mesmo o que significa a sigla PEC, muito menos têm ciência de seu teor e implicações. Quero apenas esclarecer que o foco deste artigo não é a PEC e sim o ocorrido. Como professora da rede pública há alguns anos sei perfeitamente bem como funciona a movimentação quando os sindicatos de professores decidem “lutar” por uma causa. Eles passam nas escolas e distribuem materiais que escorrem marxismo cultural para serem distribuídos aos alunos, além é claro de orientações para que os professores utilizem suas aulas para “esclarecer” os alunos sobre as reivindicações. Chego a ouvir os professores dizendo: “Vocês são fundamentais nesta luta”, “O papel de vocês é de extrema importância para o futuro do país”, “Se vocês não fizerem nada no futuro não haverá mais ensino público”, blá blá blá.

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Os adolescentes normalmente têm um bom relacionamento com os professores de esquerda porque geralmente eles fazem o tipo professor descolado que não “rala” ninguém, as aulas deles são as preferidas dos adolescentes pois, geralmente, não há conteúdo, somente o bolorento discurso da luta de classes repaginado que convence nossos desinformados e desprotegidos jovens. Enquanto isso os professores que trabalham o conteúdo programático e cobram resultados e disciplina dos alunos são vistos como opressores ultrapassados, são hostilizados por alunos e colegas por sua posição mais conservadora e, infelizmente, são uma minoria. Como os jovens têm um grande carinho pelos comunoprofessores, acabam se mobilizando para ajudá-los e se colocam como escudos, o que tornam muito mais difícil o trabalho da polícia para manter a ordem.

Por trás do aparente movimento espontâneo o que existe é uma verdadeira organização profissional que alicia jovens para serem a linha de frente no combate. A advogada do movimento se movimentou para que os jovens não fossem ouvidos pela polícia, mas nada fez para evitar a entrada de drogas no local. Eles reclamam que os adolescentes foram ouvidos pela polícia sem a presença de advogados, mas onde eles estavam estes advogados enquanto os jovens se drogavam? Dizem que os alunos foram submetidos ao desconforto de presenciarem uma cena de crime, porém nenhuma palavra foi dada sobre o abandono dos jovens, aliás foi justamente por estarem sozinhos é que tudo aconteceu. Típico da esquerda atacar a consequência enquanto fecha os olhos para as causas. A advogada ainda faz a infeliz declaração:


 

“Infelizmente foi um jovem de fora que pulou o muro e parece que foi localizado agora. Ele não fazia parte da ocupação, prova de que esse ódio todo insuflado pelo governador [Beto Richa, do PSDB] e autoridades funcionou. Temos um cadáver”

Tânia Mandrino – Advogada

 


Sério mesmo que ela acha que alguém vai cair nessa conversa de que alguém de fora entrou na escola para matar o jovem. Só mesmo alguém muito desinformado para não perceber que foram eles mesmo que provocaram a situação deixando os alunos sem a devida supervisão, muito provavelmente por querer um mártir para sua causa. Circula também no Youtube um vídeo em que professores denunciam o sindicato por práticas criminosa, o que apenas reforça as denúncias que vêm sendo feitas acerca da doutrinação nas escolas de todo o país.

http://www.youtube.com/watch?v=pBlp_lkqwig&list=PL46KpZQa_HX5Zc1VWzkMTJ8PLQfFMKopn&index=11

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Agora vamos analisar outro fator: os adolescentes ficavam sozinhos na escola. Qualquer adulto sabe muito bem o que acontece quando jovens no auge da ebulição hormonal ficam sem a supervisão de adultos, todo professor sabe que não pode se ausentar da sala por muito tempo sob risco de quando voltar encontrar o caos instaurado. Agora imaginem adolescentes sozinhos por dias! Eles apenas fizeram o que, infelizmente, a maioria dos adolescentes faria em tais circunstâncias: sexo, drogas e rock’n roll (hoje em dia funk, eca!) …  Alguma dúvida de que isso iria acontecer? Já imagino a safra de bebês vindo daqui a nove meses, os filhos da invasão! Já ouvi dezenas de casos próximos a mim de mães que não tinham com quem deixar os filhos para irem trabalhar e garantir seu sustento, que foram obrigadas largar seus empregos para ficar em casa cuidando dos filhos por pressão do conselho tutelar, mas na invasão não tem problema, “tá” tudo liberado. Qualquer sinal de incoerência é mero acaso.

epO que vemos neste episódio é a agenda da esquerda sendo posta em prática em todos os seus detalhes: liberação sexual, promoção da rebeldia pela rebeldia, uso de drogas, insubmissão à autoridade dos pais. A Escola de Frankfurt estava certa quando percebeu que a classe dos oprimidos não são os operários que já desfrutam dos benefícios do sistema de livre mercado, e sim aqueles que estão a sua margem: criminosos, drogados, promíscuos, jovens inconsequentes, etc. O recrutamento nas escolas é uma das linhas de frente que mais traz pessoas para a esquerda, e é exatamente por isso que eles estão fazendo uma campanha difamatória sobre o projeto Escola Sem Partido que é uma luz no fim do túnel para a recuperação do nosso país. Entendam caros leitores, qualquer solução passa, obrigatoriamente, pelo sistema de ensino. Tão importante quanto não votar em candidatos esquerdistas é proteger a juventude deles. Até quando iremos aceitar que lavem a mente dos adolescentes? Quantas vítimas mais eles terão que fazer para nos tirar da apatia?